Série - A Nossa Unidade: A nossa Unidade Teosófica
Janet Lee - Reino Unido

“A culpa, caro Brutus, não é das nossas estrelas, mas de nós mesmos, que somos subordinados.” Júlio César (1.2, linhas 140-141)
A peça romana de Shakespeare trata da igualdade, equilíbrio político e fraternidade, bem como dos problemas profundos e conflitos que vêm à superfície quando alguns reclamam superioridade moral e efetiva sobre os outros e quando cada um alega ser uma perfeição e não ter falhas! Em contrapartida, HPB surge como uma mulher que se entendia a si própria muito bem, particularmente consciente das suas próprias falhas e fraquezas, pelo que à sua própria maneira era uma pessoa integrada e aí residia a sua força e a sua autoridade. Ela era única e autenticamente ela própria, e conhecia as suas próprias imperfeições. Em cima, como em baixo: fora, como dentro. Como teosofistas, não podemos esperar estar unidos entre nós, como uma fraternidade universal, se cada um de nós não puder encontrar a unidade interior dentro de si próprio.











